Frater per Frater
Glaucos ventos florestais sussurram
Antiga lenda há muito já esquecida.
Em festim os deuses áureos cantam
Nesta data hoje dita comemorativa.
Leitores de altivos mistérios estelares,
Filhos da magistral mãe estelamares,
Nos hoje caminhamos sem símbolos,
Sem estandartes, bandeiras ou ídolos
Polindo este coração humilde e contrito
Permite-se o ser(vir) de cada um de nós.
Buscando as virtudes do nobre espírito
Conquista-se a luz e desatam-se os nós.
Translucido e intrépido em cada estrada
Segue o povo sereno na dierna jornada,
Luz que irradia amor trilhando o caminho
E assim descobre o nobre ser peregrino.
Autor: Henrique B. Lobato

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