Flor do caos
O grande rio vermelho corre
Pelo incerto fio do destino.
Nossa pobre alma fria escorre
No mesmo erro, mesmo caminho.
Seguimos nesta falsa calma,
Essa falsa paz de alma.
Neste ponto a felicidadeSe rende a frágil mortalidade.
O que eu vi do outro lado
Não se conta nem se escreve.
Ele era o próprio silêncio.
O que eu vi disse: coitado
Deixa ir este que escreve.
Pois vi o próprio silêncio.
Autor: Henrique B. Lobato
Domini
