Não para a letargia!
Vou acender uma vela
Em meu templo interior.
O vento sai pela janela
De vidro o tempo inteiro.
O sono fica no chuveiro
De água fria para acordar;
O sonho sai do travesseiro
Bem ligeiro para realizar.
Eu vou buscar o despertar
De tão sublime consciência.
Vou entender e trabalhar.
Na morte da sonolência.
Desenfrascar a paciência
Para treinar e conceber
A divina parte da essência
E elevar o nível de ser.
Autor: Henrique B. Lobato.
Domini

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