quarta-feira, 11 de abril de 2012

Escrava de si mesma




Escrava de si mesma

 Entrega-te sem lutar todos os dias
 E vive profanando a própria mente.
 Enfeita-te com frageis alegorias
 Que quedram com a chuva como sempre.

 Es tu dona da tua própria vida!
 Não vê que já não vive a muito tempo?
 Não se entregue a quem abrindo-te feridas
 Se completa junto ao teu sofrimento.

 Conhese-te com luta todos os dias
 E assim conquista a própria mente.
 Pois ainda vive em calmarias.
 E ante a morte sorri alegremente.

 Querida ainda há de vir a noite escura
 E o destino não será benevolente.
 Então vê, sente, cheira,diga e escuta
 mais do que está a tua frente.

 Autor: Henrique B. Lobato

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