Confessionário
De vez em
quando eu prefiro
O silenciar da minha mente.
O vento me
mostra um abrigo
Da
tempestade que se sente.
Faço pesar a
janela dos olhos
Para fechar
os feixes de luz.
Faço cessar
todos os sonhos
Para lembrar
de tudo que fiz.
Lembro de
ter tido muito medo
De deixar
para trás o arvoredo.
Mas eu acho
que dormi de sono
Naquele
outono, aind’era cedo.
Ainda lembro
de ter me desfeito
De velho defeito,
pois era peso.
Agora eu
venho e me confesso:
Coragem, luz
é tudo que peço.
Autor: Henrique B. Lobato
Domini

Nenhum comentário:
Postar um comentário